
Lady Gaga desperta paixões e ódios. Mais que isso, Stefani Germanotta faz correr rios de tinta na imprensa, choca com as suas indumentárias (quer seja um vestido a imitar carne, demonstrando que ela própria não é “a piece of meat”, ou um vestido feito de Sapos Cocas), choca com as declarações que faz, surpreende com os seus videoclipes e encanta os fãs com as encenações a que dá corpo nos seus concertos.
Gaga foge aos padrões do politicamente correcto e choca! Gaga gosta de chocar. Não pelo simples prazer de o fazer, mas porque é ela é mesmo assim e vive orgulhosa da pessoa que é. É, aliás essa uma das principais mensagens de Lady Gaga. Que todos nós sejamos verdadeiros e fiéis a nós mesmos. E que mensagem pode ser mais importante num mundo em que parece que para nos integrarmos fazemos de tudo para esconder aquilo que nos torna diferentes mas especiais?
As acusações de imitar Madonna são injustas. Gaga suplanta Madonna na criatividade, nas músicas, em tudo.
Madonna chocou nos anos 80, Gaga consegue chocar agora, numa época em que já nada choca. Nada que não ela.
As suas roupas podem ser loucas e atrevidas, mas se não fossem assim Gaga seria mais uma entre muitas num universo cheio de estrelas pop todas iguais umas às outras.
The Fame e The Fame Monster têm ritmos contagiantes, algumas baladas ainda melhores!
Podem não gostar, mas ela parece ser o ícone da década que está a começar. Para o bem ou para o mal.
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